O desenvolvimento da química orgânica era prejudicado pela crença de que, somente a partir dos organismos vivos-animais-vegetais era possível extrair substancias orgânicas Trata-se de uma teoria, conhecida pelo nome de "Teoria da Força Vital", formulada por Jöns Jacob Berzelius, que afirmava: " A força vital é inerente da célula viva e o homem não poderá criá-la em laboratório".
Em 1828, após várias tentativas, um dos discípulos de Berzelius, mas precisamento Friedrich Wöhler, conseguiu por acaso obter uma substância encontrada na urina e no sangue, conhecida pelo nome de uréia. Em laboratório, Wöhler aqueceu o composto mineral"cianato de amônia" e obteve a "uréia" , composto orgânico, derrubando assim, a teoria da Força Vital.
Após o êxito dessa experiencia vários cientistas voltaram ao laboratório para obter outras substancias orgânicas e verificaram que o elemento fundamental era o carbono.
Em 1854 Friedrich A Kekulé definiu a Química Orgânica como sendo a parte da química dos compostos do carbono.
É importante notar que, na segunda metade do século XIX, além do grande desenvolvimento da química de laboratório, consolidou-se também uma química aplicada, dirigida para os processos industriais A partir dessa época, aprofundou-se cada vez mais o casamento entre a ciência e a tecnologia. Tornava-se cada vez clara que, para as atividades práticas da química, eram necessários conhecimentos teóricas e vice-versa.
Na primeira metade do século XX, assistiu-se ao grande desenvolvimento da indústria química orgânica de plásticos, raiom, náilon, teflon, poliéster etc. Essa época também foi marcada pela substituição do carvão pelo petróleo, principal fonte de matéria prima para a indústria da química orgânica.
Com isso surgiu uma gigantesca indústria petroquímica, sendo os materiais plásticos considerados os produtos principais.
Atualmente são conhecidos milhões de compostos orgânicos, devido ás pesquisas para obtenção de novas substancias, o número de compostos orgânicos aumenta consideravelmente.
Turma "A": Alex Moura Matos, Náyade Alves, Antônio Henrique, Brena Clésia, Francisco José, Thainá Pinto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário